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A Vertiv prevê a chegada antecipada do data center de 4ª geração em prognóstico de tendências para 2018

dezembro 08, 2017

A Vertiv prevê a chegada antecipada do data center de 4ª geração em prognóstico de tendências para 2018

A dependência crescente do extremo da rede, a importância do Colocation como fator de desenvolvimento

Columbus, Ohio [4 de dezembro de 2017] – Os data centers de próxima geração existirão além das paredes, integrando completamente instalações de base com um extremo de rede de missão crítica mais inteligente. Esses data centers de 4ª geração estão em ascensão e vão se tornar o modelo das redes informáticas após 2020. A chegada desses data centers dependentes do extremo de rede é uma das cinco tendências de data centers para 2018 identificadas pelo painel global de especialistas da Vertiv, anteriormente conhecida como Emerson Network Power.

"A evolução do extremo da rede, impulsionada em grande parte pela adoção da Internet das Coisas, está afetando a indústria dos data centers de uma forma muito semelhante à da introdução dos serviços em nuvem", afirmou Rob Johnson, CEO da Vertiv. "Tal como vimos nessa época, as implicações de uma mudança tão fundamental são abrangentes e, em alguns casos, imprevisíveis. A única certeza é que as expectativas permanecem inalteradas – serviço contínuo, imediato e ininterrupto."

As previsões anteriores da Vertiv identificaram tendências associadas aos serviços em nuvem, aos sistemas integrados, à segurança das infraestruturas e muito mais. Abaixo estão descritas as cinco tendências que deverão afetar o ecossistema dos data centers em 2018:

  1. O surgimento dos data centers de 4ª geração: quer se tratem dos tradicionais armários de rede ou de microdata centers de 150 metros quadrados, as organizações estão se apoiando cada vez mais no extremo da rede. Os data centers de 4ª geração integram o extremo e o núcleo da rede de forma abrangente e harmoniosa, elevando essas novas arquiteturas de rede além de simples redes distribuídas.

Isso está acontecendo devido às novas arquiteturas, que fornecem capacidade em tempo quase real em módulos rentáveis e escaláveis que utilizam soluções térmicas otimizadas, fontes de alimentação de alta densidade, baterias de íon de lítio e unidades de distribuição de energia avançadas. As tecnologias de monitoramento e gestão avançadas conjugam isso tudo, permitindo que centenas ou até mesmo milhares de nós de rede distribuída atuem em conjunto para reduzir a latência e os custos iniciais, aumentar as taxas de utilização, eliminar a complexidade e permitir que as organizações adicionem capacidade de TI conectada à rede quando e onde precisarem.

  1. Os fornecedores de serviços em nuvem aderem aos serviços de Colocation: a adoção dos serviços em nuvem está acontecendo tão rápido que, em muitos casos, os fornecedores de serviços em nuvem não conseguem acompanhar as necessidades de capacidade. Na verdade, alguns preferem nem tentar. Eles preferem se concentrar no fornecimento dos serviços e em outras prioridades em vez de nas novas configurações de data centers, e se viram para os fornecedores de instalações compartilhadas para satisfazer as suas necessidades de capacidade.

Com o foco na eficiência e na escalabilidade, as instalações de Colocation são capazes de satisfazer essa necessidade rapidamente com custos reduzidos. A proliferação de Colocation também permite que os fornecedores de serviços em nuvem selecionem parceiros de serviços de instalações compartilhadas em localizações que correspondam às necessidades do usuário final, podendo operar como instalações de extremo da rede. Em resposta, os serviços de Colocation estão proporcionando aos serviços em nuvem parte dos seus data centers ou instalações completas construídas de acordo com as especificações dos serviços em nuvem.

  1. Reconfiguração da classe média dos data centers: não é segredo nenhum que as maiores áreas de desenvolvimento do mercado dos data centers estão relacionadas com as instalações de grande escala – normalmente, as de fornecedores de serviços em nuvem ou de Colocation – e o extremo da rede. Com o crescimento dos recursos em nuvem e de Colocation, os operadores de data centers tradicionais agora têm a oportunidade de repensar e reconfigurar as instalações e recursos que continuam sendo fundamentais para as operações locais.

As organizações com vários data centers vão continuar consolidando os seus recursos de TI internos, e provavelmente vão transferir o que puderem para a nuvem ou para os provedores de Colocation, enquanto reduzem e utilizam configurações de implementação rápida com a capacidade de adaptação rápida. Essas novas instalações terão menores dimensões, mas serão mais eficientes e seguras, com elevada disponibilidade – em conformidade com a natureza de missão crítica dos dados que essas organizações pretendem proteger.

Nas partes do mundo em que o processo de adoção dos serviços em nuvem e de instalações compartilhadas é mais lento, se prevê que as arquiteturas de nuvem híbridas sejam o próximo passo, consolidando os recursos de TI privados mais seguros com uma nuvem pública ou privada, de forma a reduzir os custos e gerenciar os riscos.

  1. A alta densidade (finalmente) chegou: a indústria dos data centers já prevê um pico de densidades de energia para racks há uma década, mas, na melhor das hipóteses, esse aumento tem sido incremental. Isso está mudando. Apesar de densidades de 10 kW por rack continuem sendo a regra, as implementações de 15 kW não são raras em instalações de grande escala – e algumas estão se aproximando dos 25 kW.

Por que agora? A introdução e adoção generalizada de sistemas informáticos altamente integrados é o fator principal. Os serviços de instalações compartilhados, naturalmente, valorizam a disponibilidade de espaço nas suas instalações, e as densidades elevadas de racks podem levar ao aumento das receitas. Adicionalmente, os avanços tecnológicos de servidores e chips com o objetivo de poupar energia não conseguem impedir a marcha inevitável rumo à alta densidade para sempre. No entanto, há motivos para acreditar que a adoção generalizada das altas densidades pode ser mais lenta do que o inicialmente previsto. As densidades significativamente mais elevadas podem alterar fundamentalmente a forma como os data centers funcionam – desde a infraestrutura de energia à forma com as organizações resfriam os ambientes de densidade mais alta. A alta densidade está chegando, mas teremos de esperar, pelo menos, até o final de 2018.

  1. O mundo reage ao extremo da rede: à medida que mais negócios deslocam a computação para o extremo das suas redes, torna-se necessária uma avaliação crítica das instalações que acomodam esses recursos de extremo da rede e da segurança e propriedade dos dados nelas contidos. Isso inclui o design físico e mecânico, a construção e segurança das instalações de extremo da rede, bem como questões complicadas relacionadas com a propriedade dos dados. Os governos e as entidades reguladoras de todo o mundo terão o desafio crescente de ponderar e intervir nessas questões.

Transferir dados para todo o mundo, para a nuvem ou instalações de base, e de volta para análise é muito lento e incômodo, portanto, cada vez mais clusters de dados e capacidades analíticas são alojadas no extremo da rede – um extremo da rede que reside em cidades, estados e países diferentes dos da sede do negócio. Quem é o proprietário dos dados e o que lhes é permitido fazer com eles? O debate continua aberto, mas em 2018 poderemos observar o avanço dessas conversas no sentido da tomada de ações e medidas.

Para obter mais informações sobre essas tendências e outros conhecimentos de especialistas na Vertiv, visite www.VertivCo.com.

Sobre a Vertiv
A Vertiv concebe, desenvolve e mantém infraestruturas críticas que protegem aplicativos vitais para data centers, redes de telecomunicação e ambientes comerciais e industriais. Anteriormente denominada como Emerson Network Power, hoje a Vertiv ajuda no crescimento dos mercados informáticos móveis e de armazenamento em nuvem com o nosso portfólio de soluções de gestão de energia, gestão térmica e gestão de infraestruturas, incluindo as marcas Chloride®, Liebert®, NetSure™ e Trellis™. As vendas no ano fiscal de 2016 atingiram os $ 4,4 bilhões. Para obter mais informações, visite VertivCo.com.

CONTATO

Vince McMorrow

T +614 383 1622

E Vince.McMorrow@Fahlgren.com

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