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Internet das Coisas, mas o que conta como uma "coisa"?

Simon Brady •

Internet das Coisas, mas o que conta como uma "coisa"?

A última novidade ou tendência sendo discutida em quase todas as reuniões de TI e de inovação tecnológica ao redor do mundo é atualmente a Internet das Coisas (ou IoT, como foi -abreviado – como tudo  mais no mundo da tecnologia). Estamos avançando rapidamente a partir da Internet original como a conhecemos, construída por pessoas para pessoas, e estamos conectando dispositivos e máquinas, permitindo que eles se intercomuniquem em uma vasta rede.

A Internet das Coisas, mas o que conta como uma “coisa”? Basicamente, podemos encaixar nesta categoria quase qualquer objeto que você possa pensar. Você pode atribuir um endereço de IP para quase tudo o que existe no nosso universo, independente se é uma pia de cozinha, um armário ou uma UPS. Tudo pode ser ligado à Internet e pode começar a enviar sinais e dados para um servidor, desde que tenha um sensor digital integrado.

Hoje, mais ou menos 1% das “coisas” são conectadas à Internet, mas de acordo com a Gartner, Inc. (uma empresa de pesquisa e assessoria tecnológica), haverá aproximadamente 26 bilhões de dispositivos na Internet das Coisas em 2020.

À primeira vista pode parecer um pouco amedrontador, certo?  Os filmes de Hollywood e mais recentemente até o Professor Stephen Hawking nos dizem que é perigoso se máquinas conversam com outras máquinas e se tornam autoconscientes. Então deveríamos ficar com medo ou super entusiasmados?  Não há resposta correta, porque esta nova revolução e a inovação no campo da tecnologia ainda não é completamente compreendida palas pessoas.

Se olharmos para a história, veremos que todas as grandes invenções foram primeiramente duvidadas e rejeitadas pela espécie humana. Lembra quando nos primórdios da Internet algumas pessoas consideravam que seria um grande fracasso? Não foram muitos os que imaginaram como ela mudaria o mundo e eventualmente se tornar uma parte essencial de nossas vidas.

Empresas de muitos bilhões de dólares, como o Google, a Microsoft, a Samsung e a Cisco, estão investindo muito dinheiro no desenvolvimento da IoT, e isto deveria ser a prova que a Internet das Coisas chegou para ficar e empresas de sucesso começarão a fazer produtos e serviços que estejam em conformidade com as funcionalidades requeridas pela IoT.

Então, como ela funciona? Para pessoas normais, interconectar seus dispositivos pode levar a uma melhor qualidade de vida e menor preocupações.  Por exemplo, um relógio inteligente ou uma pulseira para monitorar a saúde poderiam ser conectados à uma máquina de café, de forma que quando você sair da cama o café quente estará lhe esperando na cozinha. Sensores de temperatura na sua casa irão gerenciar o calor em cada cômodo e até saber quando você está em casa de forma que seu aquecedor seja mais eficiente e você economize energia.  Para fazer o dia a dia mais fácil, a IoT irá incluir itens domésticos como sensores de estacionamento, sensores de lava roupas ou de fornos, basicamente qualquer coisa que tenha sido conectada e colocada em rede através de um dispositivo de controle.  Seu refrigerador pode agora saber tudo sobre sua dieta e sua ingestão diária de calorias, lhe enviando listas de compras atualizadas e receitas recomendadas para refeições. A Samsung já está fazendo refrigeradores inteligentes para lhe ajudar a controlar os itens, lhe dizer quando estão vencidos e no futuro automaticamente comprar o leite quando estiver acabando.

Mas estamos falando do nível micro.  Vamos falar sobre carros autônomos, cidades inteligentes e ferramentas de manufatura inteligentes. Pontes que podem rastrear cada veículo, monitorar o fluxo do tráfego e abrir e fechar pistas automaticamente para ajudar a segurança no trânsito; carros que podem falar uns com os outros nas rodovias, para fazer o trânsito fluir nas horas de pico e aprimorar as experiências dos motoristas; isto é mais que simplesmente conectar máquinas ou sensores, é usar os dados de todos estes dispositivos conectados de forma que pode melhorar significativamente a vida como a conhecemos.

O mais importante da IoT é que todos os dispositivos conectados podem enviar dados em um período de tempo muito curto, o que é crítico em várias circunstâncias, mas não é só isto. Ao invés de simplesmente armazenar dados, ela também pode analisá-los imediatamente e disparar uma ação, sem necessidade de intervenção humana.

Empresas em todo o mundo podem se beneficiar imensamente dos aplicativos da Internet das Coisas, aumentando a eficiência e a disponibilidade de seus produtos, ao mesmo tempo em que reduzem os custos e os efeitos negativos no meio ambiente.

Em um data center, por exemplo, através da interconexão de todos os componentes ativos, incluindo sistemas UPS, chillers, unidades de resfriamento, PDUs, etc, um administrador de data center pode facilmente monitorar e supervisionar sua atividade em grupo.  Soluções de controle como a Liebert® iCOM estão na realidade mais que simplesmente monitorando interfaces; elas podem coordenar todos os sistemas de refrigeração e distribuir o fluxo de ar necessário, na temperatura requerida, sob demanda. Quando surgem problemas, alertas e notificações enviadas para o administrador do data center são mais que essenciais para fazê-los voltar a normalidade.  Mas espere aí: a Internet das Coisas não deveria ser uma coisa nova? O Liebert iCOM já está no mercado há vários anos.  Vamos esclarecer isto.

O termo Internet das Coisas foi primeiro usado em 1999, por um visionário inglês chamado Kevin Ashton, mas o processo efetivo está em desenvolvimento por um longo tempo.  Veja, o nome pode ser um pouco confuso, e de fato só recentemente caiu nas graças da grande mídia, então as pessoas pensam que é uma coisa muito nova.  Mas na verdade, grandes empresas já estão usando e desenvolvendo a IoT por alguns anos, mudando a perspectiva de como as coisas deveriam ser realmente feitas.

Entretanto, tirar proveito completo desta grande inovação em todos os aspectos da vida está apenas no seu estágio inicial.  Os grandes desafios da IoT neste momento são os altos custos e as ameaças à segurança.  Por enquanto as soluções da IoT podem ser muito caras, então estamos lidando com um processo contínuo de baixar os custos, para permitir que mais pessoas e mais empresas a adotem.

As violações de segurança também podem ser uma razão para preocupação uma vez que a IoT está muito vulnerável neste momento, então os desenvolvedores precisam ser extremamente cautelosos em relação aos protocolos de segurança.

Considerando todos os aspectos, podemos concluir que a Internet das Coisas é nossa grande oportunidade para criar uma vida melhor para todos, para construir fortes alicerces no campo tecnológico e desenvolver produtos e soluções que podem efetivamente mudar o mundo.

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